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França e Nova Zelândia lançam apelo internacional contra ódio na internet

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primeira-ministra neozelandesa, Jacinda Ardern, durante coletiva de imprensa em Christchurch, em 20 de março de 2019

O presidente francês Emmanuel Macron e a primeira-minsitra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, lançam nesta quarta-feira (15), em Paris, o “Apelo de Christchurch “, uma mobilização internacional contra a difusão de conteúdos violentos, o ódio e o extremismo na internet. Em resposta às críticas que sofreu após os atentados nas mesquistas, o Facebook anunciou nesta quarta-feira uma restrição do uso da plataforma Live.

O apelo internacional é lançado dois meses após o massacre nas mesquistas da cidade neozelandesa de Christchurch, que deixou 51 fiéis mortos. O evento reúne, além do presidente francês e da primeira-ministra da Nova Zelândia, mais de 80 personalidades, entre eles chefes de Estado e de governo e os principais executivos das gigantes da informática, como Google, Twitter e Facebook.

A cerimônia no Palácio do Eliseu vai começar com a “karanga”, um canto tradicional maori para expressar a dor pelos 51 muçulmanos mortos em Christchurch. O massacre de 15 de março contra duas mesquitas foi transmitido ao vivo pelo Facebook. O vídeo de 17 minutos com as cenas de horror foi baixado mais de 1,5 milhão de vezes nas 24 horas seguintes ao atentado.

O objetivo do “Apelo de Christchurch” é mobilizar os governos e países, assim como as líderes das plataformas digitais, a tomarem medidas e lutarem contra a violência, o terrorismo e o extremismo na internet. “Não nos contentaremos com nossa dor, nós queremos ações concretas”, disse à imprensa a primeira-ministra progressista, de 38 anos. “Meu combate é contra o ódio”, reiterou.

Facebook restringe uso da plataforma Live

O Facebook anunciou nesta quarta-feira uma restrição do uso da plataforma Live, de vídeos ao vivo, que foi utilizada pelo autor dos atentados nas mesquitas de Christchurch. A rede social foi muito criticada por ter demorado a interromper a transmissão e tinha prometido revisar as condições de uso do Live.

A primeira-ministra neozelandesa, Jacinda Ardern, disse em Paris, antes de participar do lançamento da mobilização internacional ao lado do presidente francês Emmanuel Macron, que a decisão da empresa é um bom começo. “O supremacista Brenton Tarrant deixou evidente a forma como a transmissão ao vivo pode ser mal utilizada para propagar o ódio. O Facebook deu um primeiro passo concreto para impedir que este ato se repita em sua plataforma”, declarou Ardern.

Com as restrições, os usuários que violarem as regras de uso da rede social, em particular as que proíbem “organizações e indivíduos perigosos”, serão suspensos do Facebook por um determinado período, a partir da primeira infração. Rosen também citou o exemplo de uma pessoa que compartilha um link com o  comunicado de um grupo terrorista, sem contextualizar a mensagem. O Facebook também planeja impedir, nas próximas semanas, que os infratores divulguem anúncios na rede.

Além disso, o grupo reiterou que, no caso de Christchurch, enfrentou um desafio técnico: seus sistemas tiveram dificuldades para identificar as diferentes versões e montagens das imagens do vídeo original. A empresa anunciou um investimento de US$ 7,5 bilhões em associações com três universidades para melhorar a análise de imagens e vídeos.

A empresa assinou um acordo com a Universidade de Harvard e o MIT para o aperfeiçoamento dos algoritmos da rede, visando identificar quem deturpa conteúdos de vídeo, áudio e texto e bloquear usuários que propagam mensagens de racismo, ódio e apologia ao terrorismo.

Tudo sobre Auckland: a cidade das velas.

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Auckland: “a donzela com uma centena de pretendentes”, assim é conhecida esta cidade no idioma do povo nativo da Nova Zelândia, os maori. O motivo desse nome? Diversas tribos queriam dominar essa porção de terra tão próspera.

Por volta de 180 milhões de anos atrás a Nova Zelândia e a Austrália eram parte de uma gigante massa territorial chamada GONDWANA. Uma agitação tectônica causou a quebra e o afastamento da Nova Zelândia de quase 3000 km para o sul da Austrália, onde se encontra hoje.

Polinésios navegaram para cá em canoas durante as migrações em massa no começo do século de 1300, seguindo os passos de seus antecessores “Kupe” que, em 950, haviam descoberto uma terra desabitada e deram-na o nome de Aotearoa – “Land of the Long White Cloud” ou A Terra da Longa Nuvem Branca no idioma Maori.

Depois do explorador Holandês Abel Tasman ter descoberto as terras em 1642, foi dado o seu atual nome – Nieuw Zeeland em Holandês – sua terra natal. Tasman encontrou nativos hostis, os Maoris que já haviam chegado muito antes, então não desembarcou.

Em 1769 o navegador Britânico Capitão James Cook anunciou o começo da colonização Européia na Nova Zelândia. Ele navegou e mapeou ao redor das Ilhas Norte e Sul, dando as baías e pontos de referência nomes que continuam sendo usados até hoje.

Depois de 1790, Europeus vieram para montar estações de baleia.

Mas não foi até 1840 que o tratado de colonização com a maioria das tribos Maori do País foi assinado e em 6 de fevereiro de 1840, o Te Tiriti o Waitangi “The Treaty of Waitangi” ou Tratado de Waitangi criou a Nova Zelândia como colônia da Coroa Britânica, colocando o povo Maori sobre a proteção da Coroa e dando a eles a continuidade do direito de ter sua própria terra tribal. Este tratado é hoje a base das reivindicações das tribos Maori pela injusta tomada de terras pelos colonizadores Britânicos.

O que ficou conhecida como “New Zealand Land War” ou a guerra por terras na Nova Zelândia continuou por mais de 30 anos após a assinatura do tratado.

Em 1860, o ouro foi descoberto na Ilha Sul pelo explorador Australiano Gabriel Read, ocasionando uma corrida de esperançosos imigrantes, particularmente os chineses. O maior filão era na região de Otago.

Dez anos depois a corrida do ouro tinha acabado. No prazo de outra década a refrigeração transformou as exportações para carne e produtos derivados de leite.

A Nova Zelândia, com sua população de 4 milhões, é menos populoso comparado com outros Países. Mas tem imposto seus fundamentos em todas as arenas do mundo, da ciência ao esporte e com êxito nas artes.

Em 1893, este foi o primeiro País autogovernado a dar o direito de voto às mulheres.

O País tornou-se uma nação independente em 1947 como membro da Comunidade Britânica.

Na década de 1950, a Nova Zelândia alcançou dois dos seus mais gloriosos momentos. O Alpinista Edmund Hillary (agora Sir. Edmund) foi a primeira pessoa a conquistar a montanha mais alta do mundo, o Mt. Everest, em 1953. Em 1956 o time nacional de rúgbi da Nova Zelândia, o All Blacks, uniu a nação quando venceu o time Sul Africano Springboks por três a um. Hoje o esporte está entranhado na cultura Kiwi, como são conhecidos os Neozelandeses.

Informações gerais:

  • Maior cidade da Nova Zelândia
  • Apelido: Cidade das Velas
  • População: mais de um milhão e meio de habitantes
  • Tem 31% da população da Nova Zelândia
  • Fundação pelos europeus: 1840
  • Ocupada pelo nativos maoris: desde 1350
  • Localização: Situada na Ilha Norte, junto ao estreito que separa as duas ilhas
  • Principal centro econômico e financeiro do país

Nova Zelândia, Auckland: conheça os vinhos da região

Várias regiões da Nova Zelândia produzem vinhos respeitados no mundo todo. Nossa sugestão, em Auckland, é dirigir-se a Matakama, Kumeu ou Waiheke Island para degustar vinhos deliciosos e premiados de castas de uvas que se adaptaram muito bem a região, como pinot gris ou syrah.Não perca: Comidas típicas da Nova Zelândia: os 10 pratos mais gostosos.

Nova Zelândia, Auckland: faça ótimas compras

Por ser a principal cidade financeira da Nova Zelândia, Auckland é considerada o lugar ideal para fazer compras. Dentre as áreas comerciais mais badaladas, podemos destacar Britomart, Wynyard Quarter e Viaduct Harbour.

Nova Zelândia, Auckland: visite as praias

A cidade tem diversas atrações, mas suas praias são bastante concorridas e apreciadas. Se estiver na cidade, procure as praias em West Coast e Hauraki Gulf.

Nova Zelândia, Auckland: que tal conhecer as ilhas?

A apenas 40 minutos de balsa da cidade, você encontra Waiheke Island, uma das diversas ilhas paradisíacas do Golfo de Hauraki. Todas elas oferecem paisagéns magníficas no interior e praias belíssimas no litoral.

Nova Zelândia, Auckland: são 48 vulcões!

Isso mesmo, 48 vulcões espalhados pela região. É o tipo de aventura que você não pode perder, com paisagens espetaculares e longas trilhas.

O Mount Eden é o mais famoso entre os turistas e ponto de parada obrigatório de todo visitante de Auckland. Localizado bem próximo do centro da cidade, a linha turística do Outer Circle faz parada na base do morro logo depois de passar pelo bairro de Parnell.

O cume do Maungawhau, o nome original do vulcão, é o ponto natural mais alto da cidade de Auckland. Lá, além de uma belíssima vista de Auckland, o viajante consegue observar sua cratera côncava mantida quase perfeita, dando uma noção muito real do que era o vulcão.

Nova Zelândia, Auckland: mergulhe de cabeça

Uma das torres mais altas do mundo, a Sky Tower oferece, além de uma vista maravilhosa, a oportunidade de saltar de lá. Quer tentar?

Nova Zelândia, Auckland: a cidade das velas

A cidade de Auckland, na Nova Zelândia, é assim chamada porque este esporte é praticado por todos os lados da cidade, cercada de praias e com ventos favoráveis a quem deseja velejar.

O que fazer em Auckland

O desembarque na Nova Zelândia acontece, na maioria dos casos, no aeroporto de Auckland e sempre depois de um voo muito longo, com uma enorme mudança de fuso horário. A não ser que você já esteja na Austrália e de lá estenda sua viagem à Nova Zelândia, o desgaste será imenso e a ambientação nos primeiros dias será complicada.

Assim, aproveite o tempo que tiver na cidade para se reestruturar, caminhar pelas ruas principais e conhecer o ritmo de vida neozelandês.

Aos que tiverem mais dias de folga no roteiro, a dica é conhecer também os bairros e pontos turísticos de Auckland mais afastados do centro da cidade e quem sabe ainda explorar alguma das ilhas próximas.

Abaixo listamos nossas sugestões do que fazer em Auckland e detalhamos cada dica em seguida:

  • O centro de Auckland, o Auckland CBD
    • As principais ruas: Queen Street, Quay Street e Karangahape Road
    • A Sky Tower
    • Albert Park
    • Museu de Auckland
  • Os vulcões de Auckland
    • Mount Eden
    • One Tree Hill
    • Rangitoto
  • Os bairros além do centro
    • Ponsonby
    • Devonport
  • As Praias do North Shore e da Costa Oeste
  • A ilha de Waiheke

O que fazer no centro de Auckland, o Auckland CBD

O centro de Auckland, chamado pelos neozelandeses de CBD, é compacto e facilmente percorrido a pé. Para os recém-chegados, passear por suas ruas principais é excelente atividade para se ambientar na chegada.

Para ir mais longe, ou poupar uma caminhada maior, existem 3 linhas de ônibus turísticos na cidade bem fáceis de identificar:

  • City Link – vermelho. Roda o centro, do Wynyard Quarter até a Karagahape Road
  • Inner Circle – verde. Liga os bairros de Ponsonby e Parnell, cruzando de um lado a outro pelo centro.
  • Outer Circle – amarelo. É uma linha maior, que atinge diversos bairros, vai ao Parnell, ao Mount Eden, ao Mount Albert e Point Chevallier.

Para detalhes de horários, preços e rotas, acesse o site do AT – Auckland Transport (em inglês).

As principais ruas: Queen Street, Quay Street e Karangahape Road

A Queen Street é a rua principal da cidade, onde está boa parte do comércio do centro. Ela liga o porto à Karangahape Road e às vias expressas que levam aos subúrbios. Andar pela Queen Street é frequente na rotina de todo turista recém-chegado a Auckland.

Paralela ao porto corre a Quay Street, na região do Britomart. A área é repleta de restaurantes e cafeterias e ótima para passar um tempo observando a movimentação do porto. Ao fim do dia, tire um tempo para observar e entrar no Ferry Building, às margens do golfo. Caminhe pelos píers e ao final você encontrará espreguiçadeiras para deitar e observar o pôr do sol.

Na parte alta, a Queen Street cruza com a Karangahape Road, a K Road como chamada pelos neozelandeses, a rua mais alternativa do centro. Pela K Road você encontrará um comércio mais descolado, restaurantes étnicos, casas de tatuagens e lojas que vendem produtos não legalizados em outros países (!).

Saiba mais: Os festivais de música e a celebração do verão na Nova Zelândia.

A Sky Tower

Visível de quase toda a cidade, a Sky Tower é o maior ícone e principal ponto turístico de Auckland. A entrada do complexo é pela Victoria Street, próximo à esquina da Hobson Street.

Uma vez lá dentro, além de subir até o nível do observatório, de onde se vê toda a cidade de Auckland, é possível jantar em um restaurante giratório ou pagar para ter algumas emoções extras e logo se familiarizar com o país dos esportes radicais. A quem tiver coragem, na Sky Tower são oferecidos o SkyWalk – uma caminhada por fora da torre no nível do observatório – e o SkyJump – um salto externo, auxiliado por cabos, por toda a sua extensão.

Albert Park

Do outro lado do centro, próximo à Universidade de Auckland, fica o Albert Park, ideal para descansar, fotografar e passar um tempo nas diversas cafeterias próximas.

Dentro do Albert Park ainda fica a Auckland Art Gallery, a maior do tipo da Nova Zelândia.

Museu de Auckland

No topo do Auckland Domain, o Museu de Auckland já vale a visita para observar o edifício onde está localizado e a vista da cidade de lá de cima.

As coleções do museu têm bastante material de história natural, arte e cultura maori e neozelandesa. Mas o foco é na participação do país nas Guerras Mundiais, algo tratado com extrema seriedade na Nova Zelândia.

Do Albert Park é possível chegar ao Museu de Auckland numa caminhada de 20 minutos. De transporte público, as linhas do Inner Circle e Outer Circle têm paradas próximas.

O Auckland Domain, onde está localizado o Museu, foi formado pela explosão da cratera de um antigo vulcão, o Pukekawa. A cidade de Auckland é recheada destes antigos vulcões, que formam uma atração à parte. Mas há outros lugares onde é mais fácil observá-los.

One Tree Hill

One Tree Hill é um parque formado sobre a região por onde correu a lava da explosão de três crateras do vulcão ali existente. Em metragem quadrada, a área de base atingida faz com que este seja considerado o segundo maior dos vulcões de Auckland, atrás apenas do Rangitoto.

Como durante a explosão, as laterais do cone vulcânico foram rompidas pela lava, em One Tree Hill é mais difícil de visualizar o formato das antigas crateras. A área, no entanto, atrai por ser um importante memorial para a cultura maori, e por ter sido incorporada pela cultura pop, ao virar título de uma música do U2.

Para visitar One Tree Hill usando o transporte público da cidade a opção mais fácil é pegar um trem no Britomart até a estação de Greenlane e de lá caminhar até o parque.

Rangitoto

O maior e mais impressionante vulcão de Auckland, o Rangitoto reina sozinho em uma ilha do Golfo de Huaraki, sendo visível da maior parte do litoral da cidade.

Por seu formato simétrico, o Rangitoto tem a imagem icônica dos vulcões que mais atraem a nós, turistas. Assim, incluir uma ida à ilha do Rangitoto deveria ser item obrigatório na hora de decidir o que fazer em Auckland a qualquer visitante.

A possibilidade deste passeio, no entanto, é pouco divulgada e são raros os turistas que efetivamente vão até lá. Nós mesmos, estivemos por um ano na Nova Zelândia e só descobrimos que isto era permitido depois de termos saído do país (não cometam o mesmo erro, por favor!).

Para visitar a ilha do Rangitoto basta pegar o ferry que sai do porto de Auckland, ou do bairro de Devonport. A viagem completa dura 25 minutos.

Ao chegar lá, a trilha do porto ao topo do vulcão, gerenciada pelo departamento de conservação da Nova Zelândia, dura 1 hora em uma caminhada moderada de 4 a 5 km.

Os bairros além do centro

Caso seus dias na cidade sejam reduzidos, sua programação provavelmente ficará restrita aos pontos turísticos do centro de Auckland, mas os demais bairros também têm muito a oferecer.

Ponsonby

Ponsonby é o bairro boêmio e descolado de Auckland. Por lá você encontrará diversos restaurantes étnicos, além de bares, cafeterias e bem mais opções para quem procura o que fazer em Auckland durante a noite.

Para chegar até lá em transporte público, pegue a linha do Inner Circle no centro e desça na parada da Ponsonby Road.

Devonport

Devonport é o bairro que fica do outro lado do golfo de Huaraki, bem em frente ao centro de Auckland. Para chegar até lá é necessário cruzar a Auckland Harbour Bridge ou, de maneira mais interessante aos turistas, pegar um ferry do centro até o porto de Devonport, numa viagem ótima para sentir o clima portuário da cidade.

Devonport é um bairro muito tranquilo, com um casario histórico, sem muitas atrações de destaque, mas bem interessante para passar um tempo, caminhar pelos parques e praças e, especialmente, observar a vista privilegiada.

As Praias do North Shore e da Costa Oeste

Além de mergulhar na agitada vida urbana, o turista recém-chegado à Nova Zelândia pode também decidir aproveitar as inúmeras praias espalhadas pela cidade na hora de decidir o que fazer em Auckland.

A maior cidade do país é banhada pelas duas costas neozelandesas: o Oceano Pacífico, através do Golfo de Huaraki, e o Mar da Tasmânia, na costa oeste da cidade. Dos dois lados o visitante encontrará praias lindas e cada uma delas com características próprias.

As praias mais próximas da cidade, as do North Shore e, um pouco mais além, na Hibiscus Coast, são de águas mais calmas e de areias brancas, ideais para banho (no verão) e passeios mais tranquilos. Entre elas, algumas ótimas opções, e bem acessíveis, são as praias do bairro de Takapuna.

Do outro lado, na costa oeste, as praias são mais agitadas e de areias negras. São locais quase virgens, muito procuradas por surfistas e por quem queira um contato maior com a natureza. Visitar a trinca de praias da região – Piha, Bethells e Karekare – é fundamental a quem viaje em busca das melhores imagens que Auckland pode proporcionar.

Com tanto tempo disponível na cidade você terá a certeza de ter conhecido tudo o que Auckland tem a oferecer. E estará pronto para se impressionar ainda mais com o que a Nova Zelândia irá proporcionar a sua viagem quando finalmente partir ao interior.

Surgem primeiros VÍDEOS do terremoto de magnitude 8,0 ocorrido no Peru e sentido no Brasil

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CC BY 2.0 / common use

Um terremoto de magnitude 8 na escala de Richter foi sentido no Peru, Equador, Brasil e Colômbia, informa o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).

Segundo dados do USGS, o epicentro do sismo se situou no norte do Peru, a uma profundidade de 105 quilômetros, e ocorreu de madrugada, às 02:41 (hora local).

O sismo foi registrado a cerca de 180 quilômetros a leste da cidade de Moyobamba.

Já foram difundidos vários vídeos nas redes sociais que mostram o momento do abalo registrado no Peru.

O sismo sacudiu várias localidades e diversos internautas reportam que também foi sentido em Guayaquil (Equador).

Meios de comunicação latino-americanos informam também que o terremoto foi sentido no Equador, na Colômbia e no Brasil.

Por enquanto não há informações sobre vítimas mortais. Segundo testemunhas, o terremoto durou vários minutos.

Maioria do STF vota pela criminalização da homofobia

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"A homofobia se generalizou", disse o ministro Luiz Fux no julgamento desta quinta-feira

Com seis votos a favor, Supremo forma maioria para enquadrar a homofobia e a transfobia na lei dos crimes de racismo. Julgamento é suspenso e será retomado em junho com os votos dos cinco ministros restantes.

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta quinta-feira (23/05) a favor de enquadrar a homofobia e a transfobia como crimes de racismo. Seis dos 11 ministros votaram pela criminalização. O julgamento, contudo, foi suspenso e será retomado em junho.

O STF começou a julgar o tema em fevereiro, quando quatro ministros votaram a favor de criminalizar a LGBTfobia: Celso de Mello, Edson Fachin, Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso. O julgamento foi retomado nesta quinta, com os votos dos ministros Rosa Weber e Luiz Fux, que formaram a maioria no plenário.

Weber defendeu seu voto lembrando a violência que pessoas LGBT enfrentam diariamente. Fux também destacou que agressões contra homossexuais e transgêneros não são fatos isolados.

“A homofobia se generalizou, muito embora, quando o STF julgou a união homoafetiva, as cenas de violência explícita homofóbicas diminuíram”, opinou o ministro.

A Corte analisa ações de autoria do PPS e da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT), que pedem para que as práticas de homofobia e transfobia sejam equiparadas ao crime de racismo enquanto o Congresso não aprova uma lei nesse sentido.

Em seus votos nesta quinta-feira, tanto Weber quanto Fux concordaram com a tese de morosidade dos parlamentares, que também analisam uma proposta sobre o tema. Segundo a ministra, a Constituição obrigou o Congresso a aprovar medidas para punir comportamentos discriminatórios, que inclui as condutas direcionadas à comunidade LGBT.

“Entendo que o direito à própria individualidade, identidades sexual e de gênero, é um dos elementos constitutivos da pessoa humana. O descumprimento de tal comando pelo Legislativo, não obstante transcorridas três décadas desde a promulgação da lei fundamental, abre a via da ação por omissão, prevista na Constituição e que visa suprir vazio legislativo”, disse a ministra.

O julgamento no STF foi retomado um dia depois de a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovar um projeto de lei que criminaliza a discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero. O texto precisa passar por mais uma votação na CCJ.

Mesmo com o avanço da pauta no Congresso, os ministros do Supremo decidiram, na abertura da sessão desta quinta-feira, continuar o julgamento na Corte.

A votação será retomada em 5 de junho no STF. Ainda faltam os votos de cinco ministros: Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Marco Aurélio e Dias Toffoli.

As ações analisadas pedem que sejam tornadas crimes todas as formas de ofensas, sejam individuais ou coletivas, homicídios, agressões e discriminações que tenham sido motivados pela orientação sexual ou identidade de gênero da vítima. A conduta é inafiançável e imprescritível, e a pena varia entre um e cinco anos de reclusão, de acordo com o crime.

‘Game of Thrones’: 2 surpresas, 1 decepção e 1 alegria no último capítulo da série

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Personagens de Arya, Bran e Sansa Stark cresceram muito ao longo dos anos, tanto dentro quanto fora da série

Alerta: este texto tem spoilers do último capítulo de ‘Game of Thrones’

Game of Thrones acabou. Parece uma obviedade afirmar isso, mas não é.

Apesar da exibição do capítulo final, milhões de fãs vão passar os próximos dias (meses?, anos?) debatendo o fim da série e sugerindo ou defendendo conclusões alternativas que considerariam mais épicos, engenhosos ou justos do que o que foi visto na HBO no domingo, 19.

Aqueles que não foram atraídos pela série podem achar que é um exagero gastar tanto tempo criticando e reimaginando um programa de televisão com dragões e zumbis.

Mas talvez o que eles não consigam entender é que Game of Thrones é muito mais que um mundo de fantasia épico.

Seus personagens, com talentos, desejos e mesquinhez, somaram-se à imprevisibilidade do enredo, tornando a série um dos maiores sucessos na história da televisão, conseguindo conquistar espectadores e críticos.

Ou, pelo menos, foi assim até a oitava temporada, quando a cuidadosa trama política e humana das temporadas anteriores foi dominada pelo espetáculo visual e pelo efeito narrativo.

Personagens passaram a tomar decisões e apresentaram diálogos improváveis, fazendo com que os espectadores ficassem cientes de que havia roteiro, orçamento e prazos a serem cumpridos para atingir um ponto final predeterminado.

Ainda não está claro se esse final foi o pensado pelo autor George R.R. Martin em 1991, quando ele começou a escrever Canção de Gelo e Fogo, a inacabada saga de livros em que se baseia o seriado.

O que é certo é que o desempenho televisivo dos criadores David Benioff e D.B. Weiss é o único fechamento oficial, e este gerou surpresa e decepção mas também um pouco de alegria.

Trono de Ferro de Game of Thrones
O Trono de Ferro, cobiçado pelos principais personagens da série

Surpresa 1: Jon Snow mata Daenerys

À primeira vista, é fácil acreditar que Jon Snow seja um personagem que aprendeu e amadureceu durante esses 73 episódios.

Não foi em vão que o filho bastardo e ranzinza de Ned Stark passou a comandar a Patrulha da Noite, tornou-se Rei do Norte e é o verdadeiro herdeiro do Trono de Ferro como filho legítimo de Rhaegar Targaryen e Lyanna Stark.

No entanto, em diversas ocasiões Jon Snow foi capaz de confundir lealdade e honestidade com a simples estupidez, como aconteceu com seu pai adotivo.

Jon Snow no final de Game of Thrones.
Jon Snow retorna à Patrulha da Noite

Essa é a razão pela qual muitos acreditavam que, apesar de ter sido uma testemunha privilegiada do genocídio perpetrado por Daenerys Targaryen em King’s Landing, Jon nunca tomaria uma decisão drástica com a nova “rainha (supostamente) louca”.

“Você é minha rainha e você sempre será minha rainha”, disse Snow antes de lhe dar um beijo e uma facada fatal.

Assim, o personagem mais heróico de Game of Thrones repetiu a história e tomou o mesmo caminho de quem foi o mais moralmente julgado da série, Jaime Lannister.

A questão agora é se Jon também será imortalizado nos livros de história da região como “mata-rainhas”.

Surpresa 2: rei Bran Stark

Nas diferentes teorias sobre quem acabaria sentado no Trono de Ferro, Bran Stark apareceu como um dos possíveis candidatos, mas mais por seu sobrenome do que por sua habilidade comprovada como líder, político ou estrategista.

Issac Hempstead Wright no trono de ferro
Issac Hempstead Wright viveu personagem de Bran Stark, que termina a série como rei

Sua jornada de uma criança inquieta para o superpoderoso Corvo de Três Olhos teve pouca ou nenhuma eloquência.

Com um olhar vazio e palavras estritamente justas, tornou-se uma espécie de enciclopédia viva, sem emoções ou ambições.

Na verdade, é provavelmente por essa razão que “Bran, o Quebrado” vai ser um bom rei ou, pelo menos, o rei necessário.

Seu vasto conhecimento, sua objetividade e sua praticidade ajudarão a reconstruir os agora seis reinos do mundo de Game of Thrones após décadas de guerra, devastação e fome.

Além disso, sua esterilidade serve como a “desculpa perfeita” para acabar com o sistema de governo baseado em herdeiros e iniciar um novo, um pouco mais democrático, onde os líderes das casas mais poderosas votarão no rei.

Decepção: só os maus morrem

A série que soube matar o rosto do cartaz promocional na primeira temporada não conseguiu matar personagens no oitavo e último ano.

Ninguém gostou de ver Ned Stark decapitado ou Rob Stark massacrado junto com sua mãe, esposa e filho não nascido.

Daenerys Targaryen em Game of Thrones.
A forma com que Daenerys Targaryen se desenvolveu na história pareceu pouco crível

Mas essas mortes dos “mocinhos” evitaram que Game of Thrones fosse somente mais uma história de fantasia, com príncipes e princesas que vivem felizes para sempre.

A vida é injusta e a guerra, ainda mais.

Por isso, é quase incompreensível que no capítulo final da série nem Jon Snow nem Tyrion Lannister morram depois da bem sucedida conspiração contra Daenerys. Eles são apenas detidos por alguns dias e ninguém é de fato punido.

É verdade que na última temporada morreram três dos principais personagens, isto é, os gêmeos Cersei e Jaime Lannister e Daenerys Targaryen.

O problema é que os três morreram como vilões.

Isso não é estranho em Cersei, que ao longo desses oito anos soube ser uma personagema maligna tão brilhante quanto complexa, com sua própria lógica de amor e compaixão.

Mas esse não era um caminho narrativo natural para Jaime e Daenerys, cujos personagens deram reviravoltas inesperadas em capítulos anteriores.

Foram mudanças tão abruptas que até pareciam que os escritores sentiam pena de matá-los enquanto os personagens tinham o afeto e a empatia do público.

Alegria: os Stark

“Quando se joga o jogo dos tronos, se vive ou se morre”, disse Cersei certa vez.

Dada a sina que, temporada após temporada, os Stark tiveram ao longo da série, já parece muito Bran, Sansa, Arya e Jon terminarem com vida.

Tyrion Lannister em Game of Thrones.
Tyrion Lannister, um dos personagens mais carismáticos da série, se converteu em conselheiro do novo rei

Mas não foi só isso: no final de Game of Thrones, todos parecem satisfeitos com a conclusão.

Sansa, que sempre sonhou em ser uma rainha, realizou sua fantasia quando ainda era criança, mas agora como uma mulher empoderada conseguiu o que vários Stark não alcançaram: a independência do Norte.

Arya embarca em seu caminho para novas aventuras a oeste. E Jon, como “punição”, vai viver com o povo livre, longe dos títulos de nobreza e nomes compostos.

O melhor é que essa sucessão de finais felizes ocorre enquanto, ao fundo, soa a trilha sonora que vai ficar na história como uma das mais icônicas da televisão.

Agora, veja e reveja sem pressa os episódios enquanto espera pelos livros de Martin – e se eles vão seguir esse caminhos ou não.

Desvendada ampla rede de fake news na Europa

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A Avaaz detectou cerca 131 contas e oito páginas suspeitas na Alemanha, seguido pela Polônia com 43 perfis e 27 grupos

Na véspera da eleição europeia, estudo expõe existência de redes de extrema direta que espalham notícias falsas e discurso de ódio na UE. Conteúdo somava mais de 500 milhões de visualizações nos últimos três meses.

Na véspera do início das eleições legislativas europeias, que vão desta quinta-feira (23/05) até o domingo, a ONG Avaaz publicou um estudo no qual afirma ter identificado mais de 500 páginas e grupos de extrema direita no Facebook suspeitos de disseminar informações falsas dentro da União Europeia (UE). 

O relatório apresentado nesta quarta-feira (22/05) permitiu a remoção de conteúdo que totalizava mais de 500 milhões de visualizações nos últimos três meses, segundo a organização. Entre estas contas também estão perfis relacionados à legenda populista de direita alemã Alternativa para a Alemanha (AfD).

A Avaaz diz ter relatado mais de 500 páginas e grupos suspeitos, que são seguidos no total por quase 32 milhões de usuários e geraram mais de 67 milhões de interações – comentários, curtidas e compartilhamentos – nos últimos três meses.

No mesmo período, os conteúdos relacionados a essas páginas e grupos geraram 533 milhões de visualizações, segundo cálculo da Avaaz. 

A organização acrescentou que o Facebok já removeu 77 páginas e contas reportadas em abril e maio “que juntas tinham três vezes mais seguidores (5,9 milhões) do que os seis principais partidos europeus de extrema direita ou anti-UE” – Liga, AfD, VOX, Partido Brexit, Reunião Nacional (ex-Frente Nacional) e PiS, que somam 2 milhões.

“O Facebook permitiu que muitas atividades suspeitas e conteúdo malicioso se espalhassem. É preciso excluir e realizar imediatamente verificações em toda a UE para detectar outras atividades suspeitas em sua plataforma”, como contas duplicadas que ajudam a amplificar uma mensagem ou páginas que mudam seus nomes, afirmou a Avaaz.

As análises da Avaaz detectaram cerca 131 contas e oito páginas suspeitas na Alemanha. É o país mais afetado, seguido pela Polônia, com 43 perfis e 27 grupos. Ao compartilhar sempre a mesma mensagem, como, por exemplo, “Merkel mentiu”, estas páginas conseguiram enganar o algoritmo do Facebook e posicionar melhor suas mensagens na rede social.

Estas contas apoiavam amplamente a AfD e também espalharam conteúdo e desinformação extremista de direita. Sob o nome da política alemã Laleh Hadjimohamadvali, da AfD, existiam quatro contas pessoais, conectadas entre si e que, em parte, postavam conteúdo idêntico.

A política da AfD confirmou o fechamento de pelo menos uma destas contas e afirmou não ter sido a primeira vez. Hadjimohamadvali afirmou também que já teve inúmeras postagens deletadas ou bloqueadas.

No ano passado, Hadjimohamadvali foi condenada por um tribunal a ´pagar uma multa por disseminar retratos violentos. Ela publicou uma postagem sobre abuso infantil no mundo islâmico. “Estou sendo privada da liberdade de expressão”, disse Hadjimohamadvali à emissora pública SWR.

A investigação da Avaaz também encontrou conteúdo ilegal na Alemanha, como suásticas e postagens que apoiam os negadores do Holocausto. Estes conteúdos foram divulgados por contas que seguem a AfD no Facebook.

 A ONG americana especializada em ativismo online lançou uma campanha chamada “Corrigir o registro”, que visa forçar o Facebook a mostrar para todos os usuários textos que contradizem aqueles conteúdos vistos e identificados como falsos pelos serviços de checagem de fatos. 

Morre o tricampeão de F1 Niki Lauda

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© REUTERS / Uli Deck

O austríaco Niki Lauda, tricampeão de Fórmula 1, morreu nesta segunda-feira (20) aos 70 anos, informou na noite de hoje sua família em um comunicado divulgado pelos meios de comunicação britânicos.

Lauda travou grandes duelos e manteve uma grande rivalidade nas pistas com o piloto britânico James Hunt e o brasileiro Emerson Fittipaldi.

Em 2018, Lauda passou por um transplante de pulmão e só recebeu alta depois de ficar mais de dois meses internado.

No começo deste ano, o tricampeão ficou mais dez dias no hospital após ter febre durante as festas de fim de ano.

As primeiras informações dão conta de que ele estava em Viena, teve falência renal e morreu ao lado dos familiares.

No ano passado, ele concordou em vender o controle de sua companhia aérea Laudamotion para a Ryanair e era acionista da equipe Mercedes de Formula 1.

‘Fiquei chocada’: testemunha relata ter visto avião do voo MH370 no Índico

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AP Photo / Rob Griffith

Uma testemunha afirma ter visto o avião do voo 370 da Malaysia Airlines no oceano Índico, perto das ilhas Andaman, na Índia, e seu relato foi alegadamente apoiado por dados de satélites russos.

Raja Dalelah Raja Latife, 53 anos, disse que viu o avião parcialmente submerso nas águas oceânicas durante um voo que fazia da Arábia Saudita para Kuala Lumpur, no dia em que o Boing 777 desapareceu.

A mulher conta que não conseguiu dormir durante toda a viagem e que “estava olhando pela janela da aeronave”, escreve o tabloide Express.

“Então eu vi um objeto prateado […] Olhei mais de perto e fiquei chocada ao ver o que parecia ser a cauda e a asa de um avião na água”, declara.

Apesar de não saber exatamente onde estava naquele momento, Latife afirma que olhou o monitor de bordo a sua frente, onde mostrava que o avião estava atravessando o oceano Índico, e calculou que estava a cerca de uma hora de Chennai – muito provavelmente acima das ilhas Andaman.

O investigador voluntário Andre Milne alega que as provas de satélite militares russos ELINT confirmam a afirmação da testemunha.

Milne constata que há duas localidades confiáveis para investigar – a baía de Bengala, onde ele acredita que o avião tenha caído, e um local no Camboja identificado por outro investigador, Daniel Boyer.

Um piloto, que prefere permanecer anônimo, disse não ser possível ver um avião de uma altitude tão alta.

“Está a cerca de sete milhas acima do nível do mar. Como alguém pode ver algo como um barco ou um navio no chão de tão alto?”, indagou o piloto.

No entanto, Latife disse que está “convencida” no que viu.

“Muitos dos meus amigos no voo duvidaram de mim no início, mas estão começando a acreditar em mim agora que sabemos que o avião voltou para trás e entrou no oceano Índico.”

A aeronave do voo MH370 desapareceu em 8 de março de 2014, na rota de Kuala Lumpur para Pequim com 239 pessoas a bordo. Após vários anos de tentativas infrutíferas de localizar os restos do avião, o governo da Malásia concluiu a busca em maio de 2018, admitindo não saber o que aconteceu com o avião.

Veterana do futebol, Formiga quebra recorde com sétima participação em Copa do Mundo

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Formiga disputou seu último Mundial em 2015, quando a Seleção Brasileira foi eliminada nas oitavas para a Austrália

RIO DE JANEIRO (Reuters) – Meio-campista brasileira de 41 anos, Formiga vai se tornar a primeira jogadora, entre mulheres e homens, a participar de sete edições da Copa do Mundo, após convocação para o torneio feminino da França nesta quinta-feira.

A jogadora do Paris St Germain atualmente divide o recorde de participações em seis Copas do Mundo com Homare Sawa, que levou a equipe feminina do Japão ao título no campeonato de 2011.

No torneio masculino, três jogadores disputaram cinco Copas — os mexicanos Rafael Márquez e António Carbajal e o alemão Lothar Matthaeus.

Se Formiga entrar em campo na França, será a mulher mais velha a jogar em uma Copa do Mundo.

O time feminino do Brasil é composto por outros rostos conhecidos além de Formiga, incluindo Marta, a vencedora de seis Bolas de Ouro.

Marta é uma das maiores artilheiras da Copa do Mundo, com 15 gols.

Campeão da Copa América, o Brasil compõe o grupo C ao lado da Jamaica, da Itália e da China. A Copa do Mundo começa dia 07 de junho.

Embora esteja presente em todas as sete edições da Copa do Mundo feminina, a equipe brasileira ainda não levantou o troféu mais desejado, tendo o vice-campeonato de 2007 na China como seu melhor resultado.

As jogadoras brasileiras chegam à França com uma campanha marcada por nove derrotas, o pior resultado da história da equipe.

O Brasil ocupa o décimo lugar na lista mundial, sua colocação mais baixa desde a fundação do ranking.

Reportagem de Andrew Downie

Trump propõe novo plano migratório que valoriza capacitação em vez de parentesco

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Foto: online

Por Roberta Rampton e Steve Holland

WASHINGTON (Reuters) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira que quer reformar o sistema de imigração para favorecer jovens, com algum nível de ensino e que falam inglês com propostas de emprego em vez de pessoas que têm parentesco com norte-americanos, um plano com poucas chances de avançar no Congresso.

O plano de Trump, criticado por democratas e alguns grupos defensores de migração, visa a tentar unir republicanos —alguns que querem impulsionar migração e outros que querem limitá-la— antes das eleições presidenciais e parlamentares de novembro de 2020.

“Se por algum motivo, possivelmente político, nós não conseguirmos que os democratas aprovem esse plano de alta segurança, baseado em méritos, então conseguiremos aprová-lo imediatamente após a eleição, quando tomarmos de volta a Câmara (dos Deputados), mantivermos o Senado e, é claro, nos mantivermos na Presidência”, disse Trump a parlamentares republicanos e membros do gabinete.

Atualmente, cerca de dois terços de 1,1 milhão de pessoas que têm permissão para imigrar aos EUA a cada ano recebem green cards, que concedem a residência permanente, por parentesco.

Trump propôs manter os números em geral no mesmo patamar, mas mudar para um sistema “baseado em méritos”, similar ao usado no Canadá —um plano que, segundo ele, resultaria em 57% dos green cards baseados em emprego e capacitação.

Antes do discurso, a presidente da Câmara, a democrata Nancy Pelosi, disse que mérito é um termo “condescendente”.

“Eles estão dizendo que família não tem mérito? Eles estão dizendo que a maioria das pessoas que já veio aos EUA na história do nosso país não tem mérito, porque não possui um diploma de engenharia?”, afirmou Pelosi a repórteres.

O apoio democrata seria necessário para avançar com qualquer lei para o Senado, liderado por republicanos, e muito mais para tramitar pela Câmara, sob controle dos democratas.

Bolsonaro recebe prêmio nos EUA e critica protestos

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Após boicote em Nova York, presidente é homenageado no Texas pela Câmara de Comércio Brasil-EUA. Em discurso, ele faz críticas à imprensa, ironiza manifestações, erra bordão e bate continência à bandeira americana.

Após uma série de polêmicas e boicotes envolvendo sua ida aos Estados Unidos, o presidente Jair Bolsonaro recebeu nesta quinta-feira (16/05) o prêmio de personalidade do ano, oferecido pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, em cerimônia realizada em Dallas, no Texas.

Em discurso de 11 minutos, Bolsonaro fez críticas à imprensa brasileira e aos protestos realizados na véspera por estudantes de todo o país contra os cortes na Educação, além de exaltar as relações com Washington e externar preocupação com a situação na Argentina e na Venezuela.

Sobre as manifestações registradas em todos os estados brasileiros na quarta-feira, o presidente usou tom de ironia ao afirmar que os estudantes e professores saíram às ruas “como se a educação até o final do ano passado fosse uma maravilha”.

“Ontem, vimos algumas capitais de estado com marchas pela educação, como se a educação até o final do ano passado fosse uma maravilha no Brasil. Temos um potencial humano fantástico, mas a esquerda brasileira entrou, infiltrou e tomou não só a imprensa mas também grande parte das universidades e as escolas do ensino médio e fundamental”, disse ele, reforçando outro discurso feito na véspera, quando chamou os manifestantes de “idiotas úteis” e “massa de manobra”.

O presidente aproveitou para fazer críticas também aos presidentes anteriores, cujas “políticas nefastas” e “ambições pessoais”, segundo ele, impediram que o Brasil crescesse. Sobre a imprensa brasileira, Bolsonaro afirmou que os veículos não são isentos e que isso impede que o país ocupe um lugar de destaque no mundo.

“Até hoje sofremos com a mídia brasileira. Até venho sempre dizendo à mídia brasileira: ‘Se vocês fossem isentos, já seria um grande sinalizador de que o Brasil poderia, sim, romper obstáculos e ocupar um lugar destaque no mundo'”, declarou.

Seu discurso mencionou ainda os vizinhos Argentina e Venezuela. “Pobre povo venezuelano. Está fugindo da violência, da fome e da miséria. Mas não se esqueçam da nossa Argentina, que está indo para um caminho bastante complicado. Não podemos ter outra Venezuela no Cone Sul.”

“Com problemas estruturais em seu país, o meu amigo [Mauricio] Macri enfrenta dificuldades e vê a possibilidade de uma presidente voltar ao poder”, completou, referindo-se à ex-presidente Cristina Kirchner. “Essa amiga do PT do Brasil, de [Hugo] Chávez, de [Nicolás] Maduro, entre outros, como Fidel Castro, que tinham mais que o sonho de roubar nosso país, roubar a liberdade de todos nós.”

Bolsonaro, que bateu continência à bandeira dos Estados Unidos em Dallas, voltou a exaltar os laços entre o Brasil e o governo do presidente americano, Donald Trump.

“No Brasil, a política até há pouco era de antagonismo a países como os Estados Unidos. Os senhores eram tratados como se fossem inimigos nossos. O Brasil de hoje é amigo dos Estados Unidos, o Brasil de hoje respeita os Estados Unidos, e o Brasil de hoje quer o povo americano e os empresários americanos ao nosso lado”, afirmou.

“Precisamos, queremos e estamos, mais que propensos, convictos da união, dessa confiança que começamos a estabelecer nos últimos meses. Fazemos comércio, assinamos muitos acordos, como o da base de lançamento de Alcântara”, acrescentou o presidente.

Os elogios a Washington renderam inclusive uma modificação no bordão do governo. “Brasil e Estados Unidos acima de tudo”, declarou Bolsonaro, que acabou errando a frase que compõe a segunda parte do slogan: “Brasil acima de todos”, disse, substituindo Deus por Brasil.

A premiação desta quinta-feira seria realizada em Nova York, mas Bolsonaro acabou cancelando sua ida à cidade em meio a boicotes e críticas, incluindo do prefeito nova-iorquino, Bill de Blasio.

Nas últimas semanas, De Blasio e Bolsonaro se atacaram mutuamente nas redes sociais e em entrevistas, após o prefeito deixar claro que o brasileiro não era bem-vindo em Nova York para receber o prêmio. O americano o chamou de “ser humano perigoso” e o acusou de ser “racista, homofóbico e destrutivo”.

O prêmio de personalidade do ano seria entregue em evento no Museu de História Natural de Nova York, porém, após pressão de ativistas e funcionários, a instituição decidiu revogar o aluguel do espaço. Após o incidente e críticas de vários setores da sociedade americana, patrocinadores recuaram do apoio ao evento, e um restaurante também se negou a sediá-lo.

Por fim, Bolsonaro cancelou a viagem a Nova York e, após articulação do Itamaraty, a organização World Affairs Council aceitou acolher o evento no Texas, um estado americano conservador.

De Blasio comemorou o cancelamento no Twitter: “Jair Bolsonaro aprendeu da maneira mais difícil que os nova-iorquinos não fecham os olhos para a opressão. Nós denunciamos a sua intolerância. Ele fugiu. Nenhuma surpresa — valentões não aguentam um soco. Já vai tarde, Jair Bolsonaro. Seu ódio não é bem-vindo aqui.”

Nesta quinta-feira, Bolsonaro lamentou não ter ido a Nova York, mas disse que continuará respeitando os nova-iorquinos. “Lamento muito o ocorrido nos últimos dias. Eu não posso ir na casa de uma pessoa onde alguém da sua família não me queira bem, mas meu amor por todo os Estados Unidos, inclusive os nova-iorquinos, continuará da mesma forma.”

TRF4 determina prisão de José Dirceu

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© REUTERS / Rodolfo Buhrer

A Quarta Seção do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou nesta quinta-feira um recurso do ex-ministro José Dirceu para reversão de sua segunda condenação na Operação Lava Jato, e determinou cumprimento imediato de pena de 8 anos e 10 meses, informou Agência Brasil.

Foi determinada a notificação à 13ª Vara Federal de Curitiba para que providencie a prisão de José Dirceu, segundo entendimento do Supremo que permite o cumprimento de pena após o fim da tramitação do processo na segunda instância.

A segunda condenação de Dirceu na Lava Jato foi decidida pelo Sergio Moro em março de 2017. O político foi considerado culpado de receber R$ 2,1 milhões em propina relacionada aos contratos da Petrobras, entre os anos de 2009 e 2012.  

A condenação foi confirmada pela Oitava Turma do TRF4 em setembro do ano passado, mas a defesa do ex-ministro apresentou recursos, prolongando o desfecho do caso na segunda instância.

Nesta quinta, por unanimidade, os sete desembargadores da Quarta Seção do TRF4 negaram o último dos embargos da defesa, que buscava a prescrição dos crimes em função da idade avançada de Dirceu, que tem 72 anos. O irmão de Dirceu, Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, foi condenado no mesmo caso e deve começar a cumprir sua pena de 8 anos e 9 meses.


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