Os funcionários do McDonald’s Neozelandês precisam confiar no bom senso ao lidar com clientes suspeitos

Funcionários da rede Mac Donalds da Nova Zelândia, tem de confiar em seu instinto é bom senso ao tratar com algum cliente que esteja em atitute suspeito ou sob efeito de álcool ou drogas.

Um foco sobre essa questão foi dado depois que um ex-gerente de turno do Hāwera McDonald’s sentiu cheiro de maconha, viu material farmacêutico e um cachimbo e tinha sérias preocupações sobre o comportamento de Jeremy Thompson, um motorista drogado que passou pelo drive. Cerca de 30 minutos depois o mesmo se envolveu em um acidente onde sete pessoas acabaram morrendo.

Em uma resposta sobre o assunto, um porta-voz do McDonald’s disse que não havia uma política formal exigindo que a equipe denunciasse motoristas suspeitos de estarem bêbados ou drogados.

O porta-voz disse que o pessoal adotou uma abordagem sensata e acredita que alguns de seus clientes que possam estar em risco e, que por muitas vezes, os mesmos devem entrar em contato com a polícia.

O funcionário do Hāwera McDonald’s que atendeu Thompson não ligou para a polícia no dia do acidente, apesar de comentar com seu gerente que ele e seu parceiro Ani Nohinohi pareciam “estar fora do ar ” e “demasiadamente doidos”.

Em 27 de junho de 2018, Thompson morreu depois de cruzar a linha central na State Highway 3, perto de Waverley, e bater de frente com outro carro.

Os moradores de Waverley, Ian Porteous e Rosalie Porteous, Ora Keene e Brenda Williams também morreram , juntamente com Nivek Madams, de 8 anos, e a menina de 5 meses chamada Shady Thompson.

A mãe de Nivek e Shady, Ani Nohinohi, foi a única sobrevivente.

O inquérito em vigor, realizado em 10 de maio, divulgou em seu relatório toxicológico que Thompson tinha em seu sangue, tetrahidrocanabinol (THC) e duas outras substâncias ligadas a drogas sintéticas.

Uma gerente de turno McDonald’s, em Hewa que atendeu Thompson na manhã do acidente, pretendia testemunhar no inquérito, mas não conseguiu comparecer à audiência.

A polícia e autoridades da Nova Zelândia estão trabalhando juntamente com as empresas em especial as redes de fast food para que todos os funcionários tenham senso comum e consigam detectar se o cliente está ou não embriagado ou efeito de dobra para dai sim avisar a polícia ou não.

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