Os funcionários do McDonald’s Neozelandês precisam confiar no bom senso ao lidar com clientes suspeitos

Os funcionários do McDonald’s Neozelandês precisam confiar no bom senso ao lidar com clientes suspeitos

14 de maio de 2019 Off Por edumeireles

Funcionários da rede Mac Donalds da Nova Zelândia, tem de confiar em seu instinto é bom senso ao tratar com algum cliente que esteja em atitute suspeito ou sob efeito de álcool ou drogas.

Um foco sobre essa questão foi dado depois que um ex-gerente de turno do Hāwera McDonald’s sentiu cheiro de maconha, viu material farmacêutico e um cachimbo e tinha sérias preocupações sobre o comportamento de Jeremy Thompson, um motorista drogado que passou pelo drive. Cerca de 30 minutos depois o mesmo se envolveu em um acidente onde sete pessoas acabaram morrendo.

Em uma resposta sobre o assunto, um porta-voz do McDonald’s disse que não havia uma política formal exigindo que a equipe denunciasse motoristas suspeitos de estarem bêbados ou drogados.

O porta-voz disse que o pessoal adotou uma abordagem sensata e acredita que alguns de seus clientes que possam estar em risco e, que por muitas vezes, os mesmos devem entrar em contato com a polícia.

O funcionário do Hāwera McDonald’s que atendeu Thompson não ligou para a polícia no dia do acidente, apesar de comentar com seu gerente que ele e seu parceiro Ani Nohinohi pareciam “estar fora do ar ” e “demasiadamente doidos”.

Em 27 de junho de 2018, Thompson morreu depois de cruzar a linha central na State Highway 3, perto de Waverley, e bater de frente com outro carro.

Os moradores de Waverley, Ian Porteous e Rosalie Porteous, Ora Keene e Brenda Williams também morreram , juntamente com Nivek Madams, de 8 anos, e a menina de 5 meses chamada Shady Thompson.

A mãe de Nivek e Shady, Ani Nohinohi, foi a única sobrevivente.

O inquérito em vigor, realizado em 10 de maio, divulgou em seu relatório toxicológico que Thompson tinha em seu sangue, tetrahidrocanabinol (THC) e duas outras substâncias ligadas a drogas sintéticas.

Uma gerente de turno McDonald’s, em Hewa que atendeu Thompson na manhã do acidente, pretendia testemunhar no inquérito, mas não conseguiu comparecer à audiência.

A polícia e autoridades da Nova Zelândia estão trabalhando juntamente com as empresas em especial as redes de fast food para que todos os funcionários tenham senso comum e consigam detectar se o cliente está ou não embriagado ou efeito de dobra para dai sim avisar a polícia ou não.